quarta-feira, 5 de março de 2014

MAIS INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

ESCOLA: ___________________________________________________
NOME: ___________________________________________ DATA: _____

Leia atentamente todas as questões e assinale a única alternativa correta.

Texto 1

A menina que desenhava

Em uma cidadezinha do interior, vivia uma menina chamada Isabela. A menina morava  com seus pais e seu irmãozinho e adorava desenhar. Vivia desenhando.
Sua cidade era muito bonita, tinha um parque cheio de árvores, pássaros e um lago  com muitos peixinhos coloridos. Isabela adorava a natureza que havia a sua volta. O céu de lá  era de um azul tão azul, mas tão azul, que contrastava com aquelas nuvens tão branquiiiinhas!  E o ar? O ar dava gosto de respirar de tão puro.
À medida que Isabela crescia, sua cidade também se desenvolvia. Mas tinha um  problema: a cidade dela crescia desordenadamente e, por isso, aconteceram coisas horríveis.  De repente, as árvores foram desaparecendo e, em seus lugares, foram surgindo prédios,  fábricas, lojas e outras coisas mais.
Então Isa começou a ficar muito preocupada, pois aquelas cores das quais ela tanto  gostava – o verde das árvores, o azul do céu, o vermelho das flores – aos poucos foram  desaparecendo. Foi aí que ela teve uma ideia: antes que tudo isso deixasse de existir, ela foi  desenhando e pintando para não esquecer, nunca mais, como era toda aquela natureza que  um dia existira. 
Ela começou pelo parque. Fez então um desenho lindo, com todas aquelas árvores bem  verdinhas. Foi ótimo, pois, no outro dia, destruíram o parque para construir um shopping.  Depois ela fez um desenho daquele céu azul, com aquelas nuvens branquinhas. Foi bem na  hora, pois, no outro dia, inauguraram uma fábrica que soltava uma fumaça terrível, e a cidade  não viu mais aquele céu azul. 
Depois Isabela resolveu desenhar o lago com os peixinhos. E sabe que, no outro dia,  resolveram despejar o esgoto da cidade justamente naquele lago?! Ainda bem que tinha um  riozinho que ligava esse lago ao mar, e foi por aí que vários peixinhos fugiram, inclusive Biu, o  peixe-boi que morava lá. Infelizmente os que não conseguiram fugir acabaram morrendo. 
A menina começou a prestar atenção nas pessoas que moravam na cidade e observou  que elas não tinham mais aquela alegria de antes, viviam preocupadas, sempre com pressa e  até meio cinzentas. Nem tempo para contar ou ouvir histórias elas tinham mais, coitadas... 
Isabela sabia que as pessoas estavam daquele jeito porque não tinham mais aquelas  cores em suas vidas. Foi aí que ela teve outra grande ideia: para que as pessoas pudessem  lembrar como era bonita a sua cidade, ela ampliou e espalhou seus desenhos para que todos  os vissem.
Naquele dia, aconteceu uma coisa extraordinária: as pessoas realmente pararam para  ver os desenhos, a fábrica parou, os carros pararam e todos ficaram super emocionados,  relembrando como eram felizes vivendo com toda aquela natureza por perto.
Aconteceu, então, que as pessoas perceberam que tinham de fazer alguma coisa para  trazerem as cores de volta. Decidiram que iriam replantar as árvores, organizar as fábricas  para que elas não poluíssem o meio ambiente, resolver de outra forma o problema de esgoto  para que os peixinhos voltassem. Decidiram, então, tomar todas as providências para que a  natureza não fosse, outra vez, tão esquecida.
Tudo isso foi feito e aquela cidade voltou a sorrir.
Sabe o melhor? Isabela, a menina que desenhava, entrou para a história daquela  cidade. Construíram uma estátua para ela no meio da nova praça, cheia de árvores e  pássaros. Sabe o que mais? Biu, o peixe-boi, voltou para o lago e trouxe toda a sua família.


(Retirado e adaptado de http://sitededicas.ne10.uol.com.br/conto_leitor10a.htm)


1 – A leitura do texto confirmou o assunto  que você imaginou ao ler o título?  Por quê?
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2 –  Escreva as informações pedidas sobre essa narrativa.

=> Lugar onde aconteceram os fatos narrados: _______________
=> Tempo em que tudo aconteceu: _________________
=> Personagem principal:  ____________________

3 – O narrador da história faz parte dela ou está contando fatos que aconteceram com outras pessoas?  Como você descobriu?
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4 - Caracterize o comportamento da personagem principal.
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5 – Você já passou por uma situação semelhante à que é contada nessa história? O que sentiu?
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6 - Assinale as alternativas  que justificam  ser esse texto uma crônica.

(A) é um texto narrativo.
(B) é um texto de ficção.
(C) apresenta uma linguagem coloquial.
(D) apresenta uma linguagem formal.
(E) apresenta fatos do cotidiano.

7 – Com que intenção você acha que essa crônica foi escrita?
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8 – Qual foi sua reflexão sobre o conteúdo dessa crônica? Que reação ela provocou em você?
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9 - Em “Foi que ela teve uma grande ideia [...]” (linha 13), a palavra destacada pode ser substituída, sem que haja alteração de sentido, por:

( A ) porque.
( B ) infelizmente.
( C ) contudo.
( D ) então.
( E ) fatalmente.

10 -  Em “Ela começou pelo parque.” (linha 16), entende-se que o verbo se refere à ação de:

( A ) desenhar.
( B ) brincar.
( C ) escrever.
( D ) dançar.
( E ) passear.

11 -  Em “Infelizmente os que não conseguiram fugir acabaram morrendo.” (linha 24), a expressão verbal pode ser substituída, sem que haja alteração de sentido e de tempo, por:

( A ) morreram.
( B ) morram.
( C ) morrera.
( D ) morrem.
( E ) morrerão.

12 - Em “Naquele dia, aconteceu uma coisa extraordinária [...]” (linha 32), o termo destacado indica que:

( A ) aconteceu algo ruim.
( B ) coisas maléficas aconteceram.
( C ) aconteceu uma coisa inadmissível.
( D ) uma coisa impressionante aconteceu.
( E ) algo inaceitável aconteceu.

13 - Em “Decidiram que iriam replantar as árvores [...]” (linha 36), fica implícito que:

( A ) plantariam várias árvores em diferentes lugares.
( B ) plantariam diversas árvores simultaneamente.
( C ) uma única espécie seria plantada diversas vezes.
( D ) anteriormente havia árvores naquele lugar.
( E ) várias espécies seriam plantadas em datas diferentes.

14 -  A principal temática em torno da qual se desenvolve a história “A menina que desenhava” é:

( A ) O crescimento desordenado da população.
( B ) A urbanização desenfreada da cidade.
( C ) O aumento da poluição sonora e visual.
( D ) A degradação dos rios.
( E ) O aumento do lixo na cidade.

15 - Sobre o texto lido, podemos considerar que:

I. a história se desenvolve a partir de um conflito inicial: o fato de Isabela adorar desenhar e viver desenhando.
II. Isabela adorava ver o crescimento de sua cidade, com seus prédios, suas fábricas, lojas e outras coisas mais.
III. o principal motivo de Isabela ter ficado preocupada foi a destruição da natureza causada pelo crescimento da cidade.
IV. Isabela começou a desenhar alguns elementos da cidade, porque eles estavam desaparecendo aos poucos e ela não queria se esquecer da natureza que um dia existira lá.

Estão corretas:
( A ) III – IV
( B ) II – III
( C ) I – IV
( D ) I – II
( E ) I – III

16 -  Observe os trechos selecionados. Identifique se é FATO (F) ou OPINIÃO (O), colocando F ou O dentro dos parênteses. Depois escolha a alternativa que corresponda a sua resposta.

(  ) Em uma cidade do interior, morava uma menina chamada Isabela.
(  ) Isabela achava sua cidade muito bonita.
(  ) À medida que Isabela crescia, sua cidade também se desenvolvia.
(  ) A cidade crescia desordenadamente.
(  ) Isabela acreditava que, se desenhasse a cidade, nunca mais se esqueceria dela.

( A ) O – F – O – O – F
( B ) O – O – F – O – F
( C ) F – F – O – F – O
( D ) O – O – F – F – O
( E ) F – O – F – F – O

17 - Nas frases “Isabela adorava a natureza que havia em sua volta.” (linha 4); “O céu de lá era de um azul tão azul.” (linhas 4 e 5) e “A cidade dela crescia desordenadamente.” (linha 8), as expressões em negrito indicam, respectivamente,

( A ) lugar – intensidade - modo
( B ) lugar – modo - intensidade
( C ) modo – intensidade - afirmação
( D ) tempo – afirmação - modo
( E ) tempo –modo – causa

18 - Observe as expressões:

“Aconteceu alguma coisa extraordinária, pois as pessoas realmente pararam para ver os desenhos e a fábrica parou”.

“Construíram uma estátua para ela no meio da nova praça, cheia de árvores e  pássaros.”

Se quisermos passá-las totalmente para o plural, quantas palavras sofreriam modificação?

( A ) 8 e 5
( B ) 5 e 5
( C ) 4 e 5
( D ) 6 e 5
( E ) 7 e 5






ESCOLA: ___________________________________________________
NOME: ________________________________________ DATA: _______


O PATINHO BONITO

Era uma vez um pato chamado Milton. Sei que Milton não é nome de pato. Mas esse se chamava assim, e você vai logo saber por quê. Quando ele nasceu, todos tiveram a maior surpresa. Aliás, não foi quando ele nasceu, foi quando viram que o ovo dele - quer dizer, o ovo que depois seria ele - não era um ovo de pato comum. Era meio azulado e brilhante, quase como um ovo de Páscoa. Mas ovos de Páscoa são embrulhados. Esse ovo não era; a casca é que era meio azul. Os pais de Milton, quando viram o ovo no ninho, foram logo perguntando:  
- Mas que é que este ovo está fazendo aí?
- Isso não é ovo de pato.
 - Acho que é ovo de galinha.
 - Não seja bobo! Galinhas têm ovos brancos!

- Brancos nada! Já vi uns que são meio amarelos, meio beges. Se ovos de galinha podem ser amarelos, por que é que não podem também ser azuis?
- Bom, então pode ser que seja um ovo de pato. Vai ver que também existem ovos de pato que são azuis.
         Acharam melhor esperar para ver o que acontecia.
Um dia, a casca azulada do ovo começou a se quebrar e de lá saiu um lindo patinho. Era azul? Não, não era. Era um patinho normal. Só que muito mais bonito que os outros. Não sei bem como é que um pato normal pode ser mais bonito que os outros; mas os patos sabem. Acharam ele tão bonito que resolveram logo uma coisa. Não era justo dar para ele um nome qualquer. Ele era diferente. Era mais bonito. Como é que poderia tem um nome comum, como "Quém quém?".
- Esse nome é para patos comuns, disse a mãe dele.
- Então vamos chamá-lo de Quá-quá, disse a madrinha dele.
- Isto também é para patos comuns, sua boba!, respondeu a mãe. Eu quero que ele seu chame Milton.
- Ela gostava do nome Milton. Todos acharam meio estranho, mas acabaram concordando que um patinho tão bonito merecia um nome especial.
O tempo foi passando, e Milton era o patinho mais bonito da escola. Todos olhavam para ele e diziam: "Como ele é bonito!" Ele se olhava no espelho e dizia: "Como eu sou bonito!" E ficava pensando: "Sou tão bonito que talvez eu nem seja um pato de verdade. Tenho até nome diferente. Meu ovo era azul. Eu me chamo Milton. Quem sabe eu sou gente?
E Milton começou a ficar meio besta. Diziam: "Milton, vem nadar!" Ele respondia: "Eu não. Pensam que eu sou pato como vocês?" Todos os outros patos começaram a achar o Milton meio chato. Ele foi ficando sozinho. E dizia: "Não faz mal. Sou mais bonito. Vou terminar na televisão. Vou ser o maior galã".
Uma noite Milton resolveu fugir de casa. Foi até a cidade para tentar entrar na televisão. Quando chegou na porta da estação de TV, foi logo dizendo: "Eu me chamo Milton. Além de bonito, acho que eu tenho muito talento artístico". Ele tinha jeito para ser ator de novela. Juntou gente em volta. "Ih, não enche", disse alguém. "Todo dia alguém arranja uma fantasia de bicho e vem aqui procurar lugar na televisão".
- Mas você não vê que eu não estou fantasiado? Perguntou Milton. Se eu estivesse usando uma roupa de pato, se eu fosse uma pessoa com roupa de pato, eu seria da sua altura. Mas eu sou baixinho como um pato! Como um pato de verdade!
- Então como é que você sabe falar?
- Mas os patos falam!! disse Milton, quase chorando.
- Não vem com essa, ô malandro, disse um guarda que estava ali perto. Para mim você é um pato mecânico. Deve ser uma espécie de robô com um computador na cabeça!
E o guarda foi logo agarrando o Milton para arrancar a cabeça dele e ver o que tinha dentro.
- Me larga! Me larga! Gritava Milton. "Eu sou um pato! Um pato de verdade! Sou um PATO! Um PATÔÔÔ..."!
De repente Milton teve um estremeção. Abriu os olhos e viu que estava em casa. Ele tinha sonhado. Olhou para seus pais, ainda meio assustado, e disse:
- Eu sou um pato... eu sou um pato...
E seus pais disseram:
- Puxa, ainda bem que você se convenceu!
- É mesmo, já estava na hora de você achar que era um pato mesmo!
- É, todo mundo estava cheio dessa história de achar que não era um pato, que era diferente...
Milton ouviu tudo aquilo e ficou pensando: "Puxa, ainda bem que eu sou um pato, um patinho como todos os outros! Ainda bem!".
E daí por diante não havia pato mais contente, que tivesse mais vontade de nadar na lagoa, do que o Milton. De vez em quando ele ainda dizia: "Sou um pato! Um pato mesmo!". E dava um suspiro de alívio.

                          Publicado na Folhinha, sábado, 12 de agosto de 1989 Marcelo Coelho


 1 - Esta história, que acabamos de ler nos lembra alguma história conhecida? Qual?
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2 -  Você já ouviu alguma outra história, que retrata uma situação parecida? Qual e como foi?
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3 - O que é parecido com a história do Patinho Feio e o que é diferente?
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4 - Qual delas se parece mais com a nossa época?
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5 -  Qual delas você considera mais interessante? Por quê?
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6 - Você já havia pensado que podemos  modificar uma história?
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7 - Você sabia que recontar uma história, de um jeito diferente é uma prática adotada por alguns escritores?  Essa prática possui um nome. Você  sabe qual é?
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8 - Quando fazemos uma releitura, podemos mudar o título da história? Porque?
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9 - Hoje existem alguns filmes que também trabalham com releitura. Vocês conhecem algum?
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10 – Qual a referência bibliográfica do texto ”O PATINHO BONITO“, ou seja, onde ele foi publicado, quando e quem o escreveu.    
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11 - Esta história é uma releitura? Como podemos justificar isso?
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12 – Qual é o nome do personagem principal desta história?
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13 – O ovo de Milton despertou a maior surpresa nas pessoas.
Com base no texto, responda o que provocou tamanha surpresa.
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14 – O que diferencia Milton do pato da história “O Patinho Feio”?
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15- Há uma parte desta releitura que nos faz perceber que tudo se passa nos tempos atuais. Que fato confirma isso?
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16 – No texto há uma parte na qual as palavras aparecem todas com letras maiúsculas.
Levando em consideração o que acontece neste momento, porque o autor utilizou este recurso? O que isso significa para o leitor?
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17-  O que acontece de diferente no final das duas histórias aqui comparadas?
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Produção de texto: 
Escolha um dos contos abaixo e produza uma releitura.
Passos:
=> Rascunho no caderno.
=> Revisão do texto verificando:
§  Reorganização das ideias.
§  Pontuação.
§  Correção ortográfica.
§  Coerência e coesão.
=> Depois da revisão passar o texto a limpo em folha de papel almaço ou linguagem usando a caneta azul ou preta. 

Chapeuzinho Vermelho
Os três porquinhos

Importante:
O que é releitura?
 "Releitura não é simplesmente uma cópia, nem plágio, muito menos uma falsificação. Consiste, sim, na criação de uma nova obra, realizada a partir de outra feita anteriormente, acrescentando nessa nova produção um toque pessoal e uma nova maneira de ver e sentir, de acordo com a cultura e vivência próprias de cada pessoa."


Lembrete de alguns aspectos:
§  As releituras como textos que se relacionam com alguma história conhecida, no caso os clássicos da literatura que hoje é dirigida ao público infantil;
§  Permanência de elementos comuns, como os personagens principais e estrutura do texto; A flexibilidade da participação dos personagens e do desfecho;
§  O desenvolvimento e o final da história normalmente se aproximam do contexto de quem escreve novamente a história (tempo, características dos personagens, dentre outros).






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Leia o texto abaixo.

O mistério do sono


Descubra por que o ser humano passa cerca de um terço de sua vida dormindo!


Após um dia cansativo, nada melhor do que chegar em casa, pular na cama e tirar aquele sono até o dia raiar! Uma noite bem dormida faz a gente se sentir ’novo’, mais atento, saudável e de bom humor. É no sono que recuperamos as energias, e não é à toa que passamos cerca de um terço de nossa vida dormindo. 
Uma noite sem sono diminui os reflexos e reduz a capacidade de raciocínio e concentração. Se passar dois dias acordada, a pessoa pode ter dores no corpo, zumbidos e esquecimento. Após cinco dias sem dormir, ela começa a agir de modo estranho, tem a sensação de estar sendo perseguida e sofre alucinações (acha que está vendo ou ouvindo coisas). Experiências com animais mostraram que eles morreram após um mês sem dormir.
Há dois tipos de sono: o sono REM (rapid eye movements = movimentos rápidos do olho) e o sono não-REM. O sono REM é aquele no qual acontecem os sonhos e corresponde a 25% do tempo em que dormimos. O coração e a respiração ficam mais rápidos e o cérebro trabalha bastante durante esse sono. No entanto, os músculos permanecem relaxados. O sono REM tem relação direta com a memória. Por isso, é mais fácil memorizar dados antes de dormir do que depois de acordar.
O sono não-REM ocupa 75% da nossa noite e se divide em quatro estágios de profundidade. O estágio 1 é o mais leve, e o 4, o mais pesado. O estágio 2 ocupa a metade do tempo em que dormimos.
Geralmente, uma noite de sono de um ser humano se inicia no sono não-REM, passa do estágio 1 até o 4 e depois retorna ao estágio 2, para então entrar no sono REM. Essa sequência tende a se repetir de cinco a seis vezes durante a noite.
O sono é importante para o organismo descansar. Mas muitas pessoas têm problemas para dormir. Os distúrbios do sono são divididos em três grupos: insônias, parassonias e hipersonias. Em geral, a insônia (falta de sono) é provocada pela falta de ar. Mas fatores emocionais (tristeza, preocupação, ansiedade etc.) também estão ligados ao problema.
As parassonias são perturbações do sono. As mais freqüentes são o sonilóquio (falar dormindo), pesadelos, terror noturno (gritar e chorar dormindo), sonambulismo (agir inconscientemente durante o sono), fazer xixi na cama e bruxismo (ranger os dentes enquanto dorme). Já a hipersonia é o resultado de noite mal dormida. A pessoa fica com muito sono durante o dia.
Para ter um sono saudável, não durma além do necessário. Prolongar o sono pode prejudicar a noite seguinte. Estabeleça horários regulares para dormir e acordar. Não pratique exercícios à noite e mantenha a temperatura do quarto amena. Coma pouco antes de dormir, pois o funcionamento do corpo é mais lento durante o sono. À noite, evite tomar café, chás escuros e refrigerantes que contêm cafeína, substância que tira nosso sono.


Adaptado do artigo originalmente publicado em Ciência Hoje das Crianças 53 escrito por Suely Roizenblatt e Letícia Lobo, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo.



1 - O sono não-REM é dividido em quatro fases. Escreva o que acontece nas fases desse sono.
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2 - Explique com suas palavras a importância do sono Rem.
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3 - Imagine que você estudou durante toda a semana para as avaliações do bimestre, mas dormiu pouco durante esse período. Sua aprendizagem será prejudicada por essas horas a menos de sono? Justifique.
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4 – Releia o último parágrafo e escreva o que é preciso para termos um sono saudável.
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5 – A que gênero pertence esse texto?

(    ) Relato de memória.
(    ) Texto de informação científica.
(    ) Crônica.
(    ) Reportagem.
(    ) História de ficção científica.

6 – Você achou importante saber das informações contidas nesse texto? Por quê?
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Ampliando  o conhecimento por meio de uma pesquisa sobre o assunto

Pesquisar em livros ou internet e registrar no caderno:

=> Quem dorme mais: as crianças ou os adultos? Justifique sua resposta.
=>  Até que idade o ser humano tem necessidade de dormir durante o dia?























terça-feira, 4 de março de 2014

LUCROS E PREJUÍZOS

Matemática

LUCROS E PREJUÍZOS

Lembrete

Custo- preço que pagamos pela mercadoria.
Venda- preço pelo qual vendemos a mercadoria.
Lucro- ganhamos sobre a venda da mercadoria.
Prejuízo- a perda sobre a venda da mercadoria.


1. De acordo com os valores abaixo, calcule o lucro e o prejuízo:

a) O custo foi de R$ 840,00 e a venda de R$ 1.202,00.







Prejuízo = R$ _________          







Lucro= R$___________

b) O custo foi R$ 69,00 e a venda, R$ 48,00.







Prejuízo = R$ _________          







Lucro= R$___________

c) O custo foi R$ 446,38 e a venda, R$ 923,83.






Prejuízo = R$ _________          






Lucro= R$___________

d) O custo foi R$ 400,00 e a venda R$ 400,00.






Prejuízo = R$ _________          






Lucro= R$___________

e) O custo foi R$ 12,00 e a venda, R$ 23,00.






Prejuízo = R$ _________          






Lucro= R$___________

f) O custo foi R$ 390,80 e a venda, R$ 340,80.






Prejuízo = R$ _________          






Lucro= R$___________

g) O custo foi R$ 129,00 e a venda, R$ 129,00.






Prejuízo = R$ _________          






Lucro= R$___________



2. Resolva os problemas:

a) Monica comprou uma dúzia de caixas de lápis que custam R$ 23,00 cada. Irá vender cada caixa com R$ 17,00 de lucro. Sabendo dessas informações , responda:

O valor total do custo
O valor de venda de cada caixa de lápis
O  valor total do lucro

















b) Tatiane comprou 3 pares de sapatos por R$ 630,00. Não servindo para ela, resolveu vendê- los por R$ 580,00. Quanto foi o seu prejuízo?







R;

c) Carolina tem 15 toalhas  de mesa para vender. Gastou RS 78,00 com material. Qual foi o seu lucro, sabendo- se que vendeu cada toalha a R$ 28,00?







R;

d) Pedro comprou 40 brinquedos eletrônicos por R$ 2.680,00.
Quando chegou à sua loja, percebeu que 5 dos brinquedos estavam quebrados. Qual foi o prejuízo?







R;

e) Frederico comprou um aparelho de som por R$1. 930,00 e vendeu para um amigo por R$ 2. 843,00. Qual foi o seu lucro?





R;


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Textos Para Exercícios em Sala

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!!
A galinha, disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e lhe disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
“Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos." 

                                                        (autor desconhecido)






1     - O fazendeiro agiu certo quando armou a ratoeira?
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2- O rato agiu certo alertando a todos? Por quê?
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3 -  A ratoeira acabou pegando:

(a) um rato                          
(b) uma catita     
(c) uma cobra     
(d) uma lagartixa               
(e) N.R.A.

4 -  No fragmento “...No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa....”. A palavra destacada no fragmento refere-se a seguinte personagem do texto:

a) A vaca         
b) A galinha          
) A mulher           
d) A ratoeira

5 - Por que quase todos os animais da parábola morreram?
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6- Cite exemplos de ocasiões em que as pessoas costumam negar cooperação.
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7 - Quando devemos colaborar com as pessoas?
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8 -Que atitudes devemos tomar quando alguém procede como os animais da parábola?
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9 - Por que o problema de um é problema de todos?
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10 - Sendo esse texto uma fábula, faltou o fragmento principal ;que é a lição de moral. A lição de moral adequada a temática desenvolvida no texto é:

a) Cada um com o seu problema           
b) Caso não possa ajudar ;para que atrapalhar?
c) O que é ruim para alguém é ruim para todos.
d) Seja um homem; não seja um rato.






O RICO E A BOLSA

                Certa vez um rico ganancioso perdeu uma bolsa com 400 moedas de ouro. Anunciou em todos os jornais que seria bem  gratificado quem
encontrasse e a devolvesse. 
               Dias depois aparece na delegacia um pobre devolvendo a bolsa com as 400 moedas. O rico contou as moedas. Quatrocentas. Mas como era avarento, procurou um jeito para não dar a gratificação, dizendo ao pobre:
          —- Faltam 100 moedas, seu malandro, não mereces gratificação nenhuma.
                O pobre honesto foi expor ao juiz. O juiz chamou o rico e pergunta:
                — Quantas moedas havia? 
                __Quinhentas moedas, — responde o rico.
                O juiz disse ao rico:
                — Então esta bolsa não é a tua. Devolve-a este homem e vai-te embora. Quando aparecer o verdadeiro dono ele a entregará.


1 - Em sua opinião, quem quem estava mentindo? Justifique sua resposta.
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2 - O texto O Rico e a Bolsa ensina que:

(a) para sabido, sabido e meio
(b) na vida, não adiante ser esperto
(c) nem sempre a justiça pode estar do lado do rico
(d) devemos cumprir nossas promessas, mesmo que para isso se perca algo.
(e) a justiça dos homens é sempre justa.








DE  PASSAGEM

                Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
                O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram: uma cama, uma mesa e um banco.
                — Onde estão seus móveis? — perguntou o turista.
                E o sábio, imediatamente, perguntou também:
                — E onde estão os seus...?
                — Os meus?! - surpreendeu-se o turista — Mas eu estou aqui só de passagem!
                — Eu também... — concluiu o sábio.
                "A vida na terra é só uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de serem felizes".


1 - Indique a nacionalidade de cada personagem.

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2 - Indique as características psicológicas de cada personagem.Caracterize os personagens.

=> o turista: _______________________________________
=> o sábio: _______________________________________

3 - O texto se manifesta através de um sentido espiritualista, cuja frase: “estou aqui só de passagem” encerra este fato. No entanto, há outra frase que caracteriza isso. É a...

(a) Eu também.
(b) Á vida na terra é só uma passagem.
(c) Alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente.
(d) morava num quartinho pequeno.
(e) as únicas peças de mobília eram: uma cama, uma mesa e um banco.









                        ESTRATÉGIAS

                Dizem que havia um cego sentado na calçada, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia:  "Por favor, ajude-me, sou Cego". Um publicitário da área de criação que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu  outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora. 
                Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia colocado. O publicitário respondeu:
                — "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras". Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é primavera e não posso vê-la". 
                Mudemos a estratégia quando não nos acontece alguma coisa.


1 - O texto encerra com uma mensagem, cujo aprendizado é...

(a) Para alguma coisa dar certa, é necessário que coloquemos as palavras precisas.
(b) Na vida, tudo pode dar certo, desde que você saiba empregar as formas corretas.
(c) Os resultados sobre as coisa vão depender apenas da forma como você pode concebê-las.
(d) A visão maior não depende só da vista, mas do ponto de vista inteligente que garantam resultados.
(e) Todos estão certas.

 2 - Desse texto podemos extrair  a mensagem: 
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O HOMEM E A CRUZ

                Certo homem fez uma aposta. Ofereceu a todos os concorrentes uma soma avultada em dinheiro e outros prêmios. A aposta consistia em levar uma cruz até a um lugar marcado. Dentre muitos que se ofereceram, um tomou a dianteira e levava com muita facilidade e leveza a sua cruz. Havia se distanciado muito dos companheiros e eis que já cansado, pára e corta um pedaço de sua cruz, trapaceando.
                Chegando perto ao local, a multidão em festa aplaudia o vencedor. Eis a decepção. Um abismo se apresenta entre a multidão que aplaude o atleta vencedor. Uma ordem é dada pelo organizador:
                — Coloque sua cruz sobre o abismo. Foi feita sob medida...
                — Eu cortei..." Decepção...”


Entendendo o Texto:

1) O homem que ofereceu a aposta, na verdade, pode ser interpretado como:

(   ) o trabalho                     
 (x ) a vida                             
 (   ) o prazer                         
 (   ) o problema                  
(    ) o Amor

2) O texto encera com uma moral. Qual seria?

(a) As cruzes de nossa vida são feitas sob medida.
(b) Se você quer vencer, encontre um jeitinho.
(c) Não adianta muita luta. Você pode conseguir o que quer se for arteiro.
(d) Na vida, tudo tem uma saída, basta ser esperto.
(e) Tentar outra saída, é melhor que arriscar tudo.

3) A soma avultada em dinheiro e outros prêmios no texto se referem a...

(a) vida eterna                    
(b) salvação                        
(c) liberdade                       
(d) confiança                      
(e) paz

4) A cruz citada no texto pode ser interpretada como as:

(a) dificuldades                  
(b) amizades                      
(c) penitências                   
(d) espertezas                    
(e) apostas










ENTREVISTA COM DEUS

Sonhei que tinha marcado uma entrevista com DEUS.
— Entre. Falou DEUS:
— Então, você gostaria de ME entrevistar?
— Se VOCÊ tiver um tempinho, disse eu.
DEUS sorriu e falou:
— Meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; que perguntas você tem em mente?
— O que mais O surpreende nos homens? Perguntei.
DEUS respondeu:
— Que eles se aborrecem de ser crianças e querem logo ser adultos e quando adultos, desejam ser crianças outra vez. Eles desperdicem metade da vida trabalhando e perdendo a saúde para fazer dinheiro e depois, passam a outra metade da vida gastando o dinheiro para recuperar a saúde e aí, não têm mais vida e nem saúde. Pensam ansiosamente sobre o futuro e esquecem o presente e, dessa forma, não vivem nem o presente e nem o futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e  morrem como se nunca tivessem vivido.
Em seguida, a mão de DEUS segurou a minha e por um instante ficamos silenciosos, então eu perguntei:
— PAI, quais são as lições de vida que VOCÊ quer que seus filhos aprendam?
Com um sorriso DEUS respondeu:
— Que aprendam que não podem fazer com que ninguém os ame.
— Que podem fazer é que se deixem amar.
— Que aprendam que o mais valioso não é o que se tem na vida, mas quem se tem na vida.
— Que aprendam que não é bom se compararem uns com os outros. Todos serão julgados individualmente sobre seus próprios méritos, não como um grupo na base da comparação!
— Que aprendam que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa menos.
— Que aprendam que só é preciso alguns segundos para abrir profundas feridas nas pessoas amadas e que é necessário muitos anos para curá-las.
— Que aprendam a perdoar, praticando o perdão.
— Que aprendam que há pessoas que os amam muito, mas que simplesmente não sabem como expressar ou demonstrar seus sentimentos.
— Que aprendam que dinheiro pode comprar tudo, exceto felicidade.
— Que aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-las totalmente diferente.
— Que aprendam que um amigo verdadeiro é alguém que sabe tudo sobre você e gosta de você mesmo assim.
— Que aprendam que não é suficiente que eles sejam perdoados, mas que se perdoem a si mesmos.
Por um tempo, permaneci sentado, desfrutando aquele momento. Agradeci a ELE pelo SEU tempo e por todas as coisas que ELE tem feito por mim e pela minha família. ELE respondeu:              
— Não tem de quê. Estou sempre aqui, 24 horas por dia. Tudo o que você tem a fazer é chamar por MIM e EU virei. Você pode esquecer o que EU disse. Você pode esquecer o que EU fiz, mas jamais você esquecerá como EU te fiz sentir com essas palavras.
— Então, por favor, arranje um tempo para passar isto que escrevi para aqueles de quem você gosta.
"Eu arranjei".


Entendendo o Texto

1.  O texto é composto de:

(a) 26 
(b)27             
(c)28              
(d)29      
(e) 30

2.Os homem se aborrecem e querem:

(a) ser famosos                    
(b) ser adultos        
(c) ser jovens           
(d) ser intelectuais      
(e) ser mais homens

3. Na concepção de Deus. O que é mais valioso:

(a) não ser amado, mas amar.
(b) não é o que se tem, mas quem se tem.
(c) não é o grupo, mas cada um de nós.
(d) não o perdão, mas saber perdoar
(e) ser a pessoa ideal, segundo seus princípios

4 - Escreva a mensagem que você extrai desse texto.                






AS TRÊS PENEIRAS

Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
— Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, aparteou:
         — Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
— Peneiras? Que peneiras, Chefe?
         — A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
— Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
— Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem A SEU  respeito?
— Claro que não! Deus me livre, Chefe! - diz Olavo, assustado.
— Então, — continua o chefe — sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
— Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar — fala Olavo, surpreendido.
— Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todas usassem essas peneiras? — diz o chefe sorrindo e continua — Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: Verdade — Bondade — Necessidade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:

PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS.
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS.
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.




Procure ler o texto cuidadosamente para responder os seguintes questionamentos:

1. O texto se apresenta formulado em quantos parágrafos?

(   ) dez                  
(   ) quinze            
( x ) treze               
(   ) quatro

2. “Fazer média com o chefe”. A frase traz implicitamente um valor semântico sobre Olavo em relação ao seu novo chefe. Que frase seguinte  traz um valor contrário?

(   ) tentar cativar o chefe
(   ) tentar se importuno
(   ) tentar impressionar o chefe
( x ) tentar bajular o chefe

3. O crivo das três peneiras referido pelo texto traz como segundo crivo:

( x ) a bondade
(   ) a necessidade
(   ) a verdade

4. Lendo o texto, dá a entender que Olavo é um empregado:

( x ) fofoqueiro e bajulador
(   ) esperto e sensato
(   ) conversador e prestativo
(   ) boa gente e amigo

 5 - Escreva a mensagem que esse texto nos passa.






O Furo no Barco
       
        Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pinceis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.
        Enquanto pintava, percebeu que a tinta estava passando pelo fundo do barco.
        Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.
       Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi. No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
        — O senhor já me pagou pela pintura do barco - disse ele.
      — Mas isto não e pelo trabalho de pintura. E por ter consertado o vazamento do barco.
        — Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. Certamente, está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
       — Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Imagine meu alivio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação...
        Não importa para quem, quando, de que maneira. Sempre que for possível, sempre que depender de você, e principalmente, dentro de suas possibilidades, vá além... Este poderá ser o seu diferencial!


Entendendo o Texto

1.   Quantos parágrafos constituem o texto?
2.   O homem percebeu o furo no barco porque...

(a)     era um buraco grande.
(b)     se via a luz através dele.
(c)     a tinta escorria e se desperdiçava.
(d)     era grande o suficiente para ser notado.
(e)     era sua função.

3.   O furo no barco, embora pequeno, foi consertado, porque...

(a)     o homem fora pago para isso.
(b)     causava preocupação e perigo.
(c)     o homem procurou realizar uma ação a mais.
(d)     era muito feio num barco com nova pintura.
(e)     o homem é muito perfeccionista.

4.   O dono do barco presenteou o pintor com um belo cheque porque...

(a)     ele havia consertado o furo
(b)     tinha pintado de maneira estonteante o seu barco.
(c)     ele realizou uma ação maravilhosa
(d)     sua singela ação lhe custou as vidas de seus filhos.
(e)     ele era um pintor sensacional

5.   Retire do texto fragmentos que confirmam a seguinte frase:

“As pequenas ações, embora sem importâncias, podem salvar vidas e dizer muito de quem tu és”.